Uma característica fundamental do nosso instituto de pesquisa é desenvolver uma teoria do futuro, estudando formas de vida social e práticas que indicam alternativas ao modo de produção capitalista. Nesse sentido, esse campo de pesquisa se dedica à sistematizar e refletir sobre processos de emancipação e luta ideológica.


Pesquisa sobre os Evangélicos e a Política

O mês de abril foi movimentado no mundo evangélico. A discussão sobre o fechamento e abertura das igrejas se tornou um instrumento para alcançar a próxima vaga ao STF. O presbiteriano Milton Ribeiro, ministro da Educação, tem atuado fortemente no MEC e gerado polêmicas entre conservadores e acadêmicos. E as pautas de gênero e sexualidade tomam conta dos discursos fundamentalistas religiosos, mas as contra-narrativas e resistências seguem se fortalecendo frente aos retrocessos políticos-religiosos.


O último texto dessa série de artigos, dialoga com a militância dos movimentos populares sobre a necessidade de criar pontes de diálogo com os evangélicos nos territórios periféricos do campo e da cidade, pensando nas dimensões do trabalho de base e do papel da Bíblia nesses territórios.


Pesquisa das Juventudes em Periferias Urbanas

Mais de 4 milhões de jovens entre 18 a 24 anos estão desempregados. Grande parte das famílias jovens compõe as mais de 10 milhões de pessoas que entraram para a miséria. Em contraposição, surgem diversas iniciativas de solidariedade entre a classe trabalhadora. Segundo a Unicef, 5,5 milhões jovens tiveram seu direito à educação negado durante a pandemia no Brasil. Estes foram alguns dos temas que permearam a vida da juventude brasileira no mês de abril.


A greve dos entregadores de aplicativos talvez tenha sido um dos momentos de maior destaque em 2020, quando olhamos as novas formas de organização dos trabalhadores. Apesar de recorrerem a uma prática já bastante conhecida, a greve, os entregadores de aplicativos inovaram na forma de articulação e nos sujeitos que estão envolvidos no processo.