Um Vietnã no campo da cultura: Congresso Cultural de Havana, 1968
Em 1968, delegados de setenta países reuniram-se em Havana para fazer frente ao imperialismo cultural e conceber a cultura como uma frente decisiva na luta anti-imperialista.

O capitalismo depende do trabalho migrante precarizado para disciplinar os trabalhadores, aprofundar a divisão e extrair riqueza, ao mesmo tempo que instrumentaliza a retórica anti-imigração para escamotear a destruição neoliberal dos serviços públicos e do bem-estar social.



A experiência chinesa demonstra que a verdadeira independência nacional exige tanto o avanço tecnológico quanto o realinhamento constante do poder econômico, comprovando que os mecanismos de mercado podem ser direcionados para as necessidades humanas em vez do lucro.




